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Zona estreita | A Transtejo e a travessia fluvial

Disponível de: 3 de outubro a 2 de dezembro
Horário de Funcionamento: 2.ª feira a sábado, das 10:00 às 18:00 horas

Entrada Livre

“A realidade feliz e a presença constante dos pequenos barcos de cascos laranja de chaminés pretas sempre a atravessarem o Tejo deu uma maior projecção à frota da Transtejo no domínio da iconografia lisboeta, com os cacilheiros a figurarem frequentemente em quadros de artistas plásticos e a serem associados a outras manifestações culturais de Lisboa e do Tejo, da poesia e do fado.”

A história dos transportes públicos é indissociável da evolução das cidades, quer no seu desenvolvimento económico por via da indústria e do comércio, quer na mutação geográfica, topográfica e social. As redes de conexão criadas entre as cidades potenciam sempre o seu crescimento sejam rodoviárias, ferroviárias ou fluviais. Assim, num país cuja capital é banhada por um rio que a separa de uma extensa margem a travessia desse mesmo rio é vital.

O Estuário do Tejo foi ao longo de séculos percorrido por diversas embarcações com diferentes características e objectivos. Todavia, a exploração bem-sucedida pela Transtejo/Soflusa estabelece um marco no serviço público da travessia do fluvial do rio Tejo.

A presente exposição reúne objectos do espólio da Transtejo com o intuito de, num “curto-estrito” percurso, desvelarmos um pouco da sua história através das memórias por estas peças despoletadas. Dos cacilheiros aos catamarãs das frotas mais recentes mostramos representações artísticas em pinturas a óleo e aguarela e maquetes técnicas e tridimensionais. Deste modo compreendemos a evolução dos navios de acordo com as necessidades de uma cidade frenética e exigente. Peças mais específicas das embarcações como as Bitáculas com Bússolas ou o Leme acompanhado do Telegrafo de velocidades permitem-nos observar o requinte destes navios e tomar consciência da sua dimensão.