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Nova coleção SPAL à venda na loja do Museu da CARRIS

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2014-12-01

Aumentar Nova coleção SPAL à venda na loja do Museu da CARRIS
O Museu da CARRIS lançou, em dezembro, uma nova coleção de produtos SPAL da autoria de Eduardo Alarcão. Visite a nossa loja online ou o Museu da CARRIS em Santo Amaro e fique a conhecê-los!

Artista: Eduardo Alarcão
Data Nascimento: 1930-10-01 
Eduardo Alarcão nasceu em 1930 e faleceu em Fevereiro de 2003.

 Caixa com elétrico SPAL
 Chávena de café com elétrico SPAL
 Pine caixas com elétrico SPAL
 Porta lápis com elétrico SPAL

Foram 30 anos a pintar ruas, vielas, eléctricos, casas de Lisboa e não só, numa obra que se estende por mais de 500 quadros. Uma pintura muito personalizada e facilmente reconhecida que encantou todos aqueles que gostam de arte, durante os anos 80 e 90. Destacaram-se ao longo deste percurso artístico, dois períodos: o naivismo e o expressionismo gestualista. Duas fases tão distintas, como se tratasse de dois artistas igualmente diferentes. O primeiro, minucioso, colorido e substancialmente distorcido, onde Lisboa é reencontrada num fado pintado, compreende os finais dos anos 70 até aos princípios dos anos 90. 

O segundo período, abarca praticamente toda a década de 90 e os primeiros anos do novo século, até à sua morte. Recria um expressionismo livre, intenso e satírico, onde o trabalho de Artur Bual e mesmo do mestre Martins Correia, servem de referência na luta pela liberdade do traço, a qual passou a ser uma obsessão constante neste período. É nesta fase que cria obras de rara beleza, algumas delas com dimensões bastante generosas.

As "Marchas de Lisboa" de 1981, será porventura o ícon do primeiro período, que muitos se recordarão certamente. Contudo, do período Gestualista, as obras "Dali", "Lapão" e "As Meninas a Aprenderem", marcaram profundamente a obra deste artista.

O Quadro "As Meninas a Aprenderem", datado do ano 2000, é uma peça que nunca foi mostrada ao público em qualquer exposição e por isso, poucos foram aqueles que tiveram a ocasião de a observar. Quadro de dimensões bastante generosas e com um cromatismo muito forte, onde o azul o encarnado e o verde sobressaem naturalmente, dão corpo ao movimento sequencial que apresenta. 

No ano 2004, a UNICRE, para relembrar o 1º ano do falecimento de Eduardo Alarcão, apresentou uma edição serigrafica de 50 unidades, assinadas e autenticadas. 

Este quadro é pois uma peça invulgar não só no conjunto da obra do autor como também no panorama das artes portuguesas.

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