Museu da Carris

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Esteja atento às principais notícias e atividades do Museu!

 
18.11.16 NÚCLEO II DO MUSEU DA CARRIS ENCERRADO

Por motivo de realização de evento no núcleo II do Museu da Carris, nos próximos dias 18, 19 e 21 de novembro (sexta feira, sábado e segunda feira) este núcleo encontra-se encerrado.
Assim sendo, a visita ao Museu neste dia será gratuita e será apenas possível a visita ao núcleo I e III.
Pedimos desculpa pelo incómodo causado.

16.11.16 NÚCLEO II DO MUSEU DA CARRIS ENCERRADO

Por motivo de realização de evento no núcleo II do Museu da Carris, no próximo dia 16 de novembro (quarta feira) este núcleo encontra-se encerrado.
Assim sendo, a visita ao Museu neste dia será gratuita e será apenas possível a visita ao núcleo I e III.
Pedimos desculpa pelo incómodo causado.

12.11.16 Núcleo II do Museu da Carris encerrado

Por motivo de realização de evento no núcleo II do Museu da Carris, no próximo dia 12 de novembro (sábado) este núcleo encontra-se encerrado.
Assim sendo, a visita ao Museu neste dia será gratuita e será apenas possível a visita ao núcleo I e III.
Pedimos desculpa pelo incómodo causado.

01.11.16 Peça do mês | Carro elétrico n.º 802
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Pouco antes da 2ª Guerra Mundial, houve a necessidade de aumentar a frota de elétricos de maiores dimensões, devido ao aumento de tráfego de passageiros nas linhas por eles servidas, nomeadamente na linha 15. Assim, a Carris encomendou motores Metrovick e 20 bogies à fábrica Maley & Taunton, bem como todo o equipamento necessário à construção de 10 novos elétricos grandes, que teriam caixas com características bem diferentes das séries anteriores.
Assim, no final de Setembro de 1939, entravam ao serviço os primeiros cinco elétricos desta nova série, possuindo caixas de aspeto mais largo e robusto. Porém, a característica mais marcante era a existência de plataformas fechadas com portas em vez das típicas cancelas de todas as séries anteriores. 
No interior, estes elétricos também apresentavam ótimas inovações, como por exemplo entradas mais amplas e lugar sentado e semi-isolado para o guarda-freio. 
Ao deparar com estes novos veículos de grande porte, era inevitável que o lisboeta os batizasse a preceito, e visto que o desenho gráfico do 1º número da série – 801 – fazer lembrar as três letras da palavra BOI, foi assim mesmo que passaram a chamar-se os novos modelos de elétricos. 
O carro nº 802 foi abatido ao serviço em 11 de Abril de 1978.

26.10.16 Museu da Carris encerrado para realização de evento

O Museu da Carris estará encerrado nos próximos dias 26, 27 e 28 outubro (de quarta a sexta feira) por motivo de realização de evento.

Pedimos desculpa pelo incómodo causado.

20.10.16 Museu da Carris com entrada condicionada

Por motivo de realização de evento no núcleo II do Museu da Carris, no próximo dia 20 de outubro (quinta feira) os núcleos II e III do Museu encontram-se encerrados.

Assim sendo, a visita ao Museu neste dia será gratuita e será apenas possível a visita ao núcleo I.
Pedimos desculpa pelo incómodo causado.

03.10.16 Serviço Educativo | Atividades de inverno
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O Serviço Educativo do Museu da Carris continua a trabalhar para lhe trazer uma oferta variada, interessante e dinâmica.

Iniciámos este mês as oficinas de inverno para crianças. Fique a conhece-las aqui.

03.10.16 Exposição Zona Estreita | a Transtejo e a travessia fluvial
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Venha conhecer a mais recente exposição da Galeria do Museu da Carris "Zona Estreita | a Transtejo e a travessia fluvial", patente de 3 de outubro a 2 de dezembro.


A presente exposição reúne objectos do espólio da Transtejo com o intuito de, num “curto-estrito” percurso, desvelarmos um pouco da sua história através das memórias por estas peças despoletadas. Dos cacilheiros aos catamarãs das frotas mais recentes mostramos representações artísticas em pinturas a óleo e aguarela e maquetes técnicas e tridimensionais. Deste modo compreendemos a evolução dos navios de acordo com as necessidades de uma cidade frenética e exigente. Peças mais específicas das embarcações como as Bitáculas com Bússolas ou o Leme acompanhado do Telegrafo de velocidades permitem-nos observar o requinte destes navios e tomar consciência da sua dimensão.

Horário de Funcionamento da Galeria: 2.ª feira a sábado, das 10:00 às 18:00 horas

Entrada Livre

Para saber mais sobre esta exposição clique aqui.

01.10.16 Peça do mês | Autocarro n.º 301
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No ano de 1947 surgem nas ruas de Lisboa dois autocarros de dois pisos. A novidade provocou admiração e também algum receio por parte dos habitantes da cidade. Foram conferidos a estes veículos os números 201 e 202. Eram, naturalmente, de fabrico inglês e da marca Leyland, do modelo Titan e tinham lotação completa de 56 passageiros, todos sentados.
O autocarro de dois pisos, atualmente em desuso, foi um produto tipicamente inglês. Na verdade, a sua popularização ficou-se a dever ao facto de poder oferecer bastantes lugares sentados, ocupando um espaço de via igual ao carro de um só piso. Todavia, tornou-se, em certa medida, um veículo ultrapassado, não só por possuir uma velocidade comercial baixa como por ser menos confortável que outros da sua classe.
Em 1949 entram ao serviço mais 18 autocarros de dois pisos, todos da marca A.E.C., modelo Regal Mark III. Em 1952, novos autocarros de dois pisos entram em circulação, como é o caso do autocarro nº 217, que só foi retirado de circulação em 1982. O autocarro nº 301 entrou ao serviço em 1 de outubro de 1957 e ostenta, o esquema cromático que possuía na altura em que entrou ao serviço.
O ano de 1958 assinala o aparecimento, nas ruas de Lisboa, de novos autocarros de dois pisos, mas equipados com porta automática. A referida porta, situada no lado direito, junto ao rodado da frente, permitia ao observador mais desatento distinguir facilmente estes novos autocarros dos seus antecessores, nos quais o movimento de passageiros se efetuava por uma plataforma aberta, na retaguarda.
Com entrada ao serviço, a partir de Janeiro de 1967, os autocarros de dois pisos da série 800 (nºs 801 a 855), foram os únicos dois pisos com motor instalado na retaguarda. Os últimos autocarros desta série foram retirados de circulação em 1995, tendo então, definitivamente, desaparecido o autocarro de dois pisos na cidade de Lisboa.

01.09.16 Peça do mês | Atrelado n.º 101

Os atrelados foram o resultado da tentativa (conseguida) de aumento de capacidade de transporte no sistema, tendo surgido em todas as redes europeias desde finais do século XIX. Lisboa não foi exceção e conheceu também os seus elétricos atrelados quase desde o início da inauguração da rede, em 1901.
Entre 1950 e 1955, foram construídos 100 atrelados fechados nas oficinas da Carris em Santo Amaro. Estes novos atrelados destinavam-se a substituir progressivamente os já velhos atrelados abertos.
A carroçaria destes carros, em linhas retas, era muito semelhante à dos novos carros da série 700 e dos carros “caixote”, com os quais faziam composições harmoniosas que conferiam um toque de modernismo à frota de elétricos dos anos 50 e 60, quando ainda circulavam muitos carros com carroçarias de 1ª geração (1901-1926).
Os carros atrelados apresentavam algumas desvantagens no que respeita à exploração pois, sendo constituídos por dois veículos distintos sem intercomunicação, exigiam a presença de um cobrador em cada veículo, não se adaptando aos modernos sistemas de cobrança automática.
Assim, Lisboa aboliu os seus carros atrelados em 1988 e adotou, em 1995, um tipo de carro elétrico articulado moderno, com duas articulações, para circular nas linhas da rede marginal.

31.08.16 Peça do mês | Fotografia do Presidente Teófilo Braga no elétrico
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Joaquim Fernandes Teófilo Braga nasceu a 24 de Fevereiro de 1843 em Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, nos Açores. Tirou o curso de Direito na Universidade de Coimbra e doutorou-se em 1868.
Em 1872 tornou-se catedrático de Literaturas Modernas e em 1880 participou na organização do tricentenário de Camões, que foi a primeira grande manifestação pública de republicanismo. 
As suas obras e a sua ação política tornaram-no alvo de perseguições, mas apesar disso manteve-se sempre firme na defesa dos seus ideais. Ainda durante a monarquia assumiu os cargos de Vereador da Câmara Municipal de Lisboa e de membro do Diretório do Partido Republicano Português, de que era presidente quando se deu a revolução do 5 de Outubro de 1910.
Foi escolhido para Chefe do Governo Provisório com funções de Presidente da República, sendo o seu governo responsável pela escolha da bandeira nacional a 29 de Novembro de 1910 e “A Portuguesa” como hino nacional. A 14 de Maio de 1915 foi eleito Presidente da República.
Teófilo era um homem extremamente simples, talvez demasiado. Mesmo enquanto Presidente, qualquer lisboeta o podia ver proletariamente a andar de elétrico, com o guarda-chuva no braço ou de bengala já sem ponteira. O exercício da presidência não estaria muito na sua maneira de ser. Quando concluiu o mandato, retoma as suas atividades de investigador.
Teófilo Braga morreu em Lisboa, em 1923 e está sepultado no Panteão Nacional.

31.07.16 Oficinas de Verão
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Aproveite os meses de junho e julho e inscreva o seu filho numa oficina de verão do Museu da Carris.

Para crianças dos 6 aos 12 anos

10.07.16 114.º Aniversário do Elevador de Santa Justa
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“Ex libris” da Baixa lisboeta, este elevador, hoje propriedade da Companhia CARRIS, foi projetado pelo Eng. Raul Mesnier de Ponsard e era, na origem, propriedade de uma empresa especialmente criada para a sua construção e exploração: a Empresa do Elevador do Carmo.
Os trabalhos para a sua construção tiveram início em 1900 com a remoção de terras nas Escadinhas de Santa Justa e o seu momento mais marcante no dia 31 de Agosto de 1901, quando, por sistema de alavanca, em poucas horas, foi feito o lançamento do passadiço destinado a estabelecer, por sobre a Rua do Carmo, ligação entre o topo do Elevador e o Largo daquele nome. Também nesse dia e igualmente importante para o quotidiano e desenvolvimento da cidade, foi a inauguração, pela CARRIS, do serviço de carros eléctricos.
Inicialmente o Elevador utilizava o vapor como força de tração. Em 1907 procedeu-se à eletrificação do sistema.
Em Fevereiro de 2002, tal como sucedeu com os Ascensores do Lavra, da Glória e da Bica, também eles propriedade da CARRIS, o Elevador do Carmo foi classificado como Monumento Nacional.
Para além de uma visita ao local, qualquer interessado poderá consultar informação histórica de pormenor respeitante a este elevador no Museu da CARRIS.

01.07.16 Fotografia do primeiro autocarro da Carris em 1912
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Em 1912, a CARRIS responde aos pedidos dos que necessitavam de se deslocar fora de portas, de forma acessível, rápida e económica. O apelo foi, efetivamente, ouvido pela CARRIS que, então, achou por bem substituir um oneroso prolongamento das linhas de elétrico para o exterior da cidade por outro sistema de locomoção. Por essa razão, foram encomendados a Inglaterra, alguns carros, com o fim de servir esse novo público. 
A primeira carreira destes carros automóveis foi inaugurada nos finais de 1912 e destinou-se a Carnide. Os “carros saloios”, nome que lhes foi concedido pelos trajetos que em breve se abririam, viriam a estender a sua rede para Algés, Carnaxide, Caneças, Montachique, Bucelas e muitas outras localidades que ultrapassavam a moldura citadina. Estes primeiros autocarros da CARRIS tinham a marca Leyland. A 1ª Grande Guerra viria a dar um golpe fatal no almejado anseio dos “saloios”. Cerca de três anos foi o seu prazo de duração. A guerra, no seu prolongamento temporal, veio a determinar a carência de materiais essenciais à utilização destas viaturas: combustíveis, pneumáticos e peças sobressalentes escasseavam ou desapareciam do mercado de importação. Antes, ainda, da sua extinção, em finais de 1915, as carreiras tinham-se estendido a Sintra, percurso aliás com duração efémera. A “linha” Lumiar, Mafra, Ericeira, também foi contemplada, ainda em 1914. 
Não se conserva hoje nenhum dos célebres Leyland que animaram as estradas e que, saindo de Lisboa, levavam fora de portas, entre os seus passageiros, alguns dos turistas às praias dos arredores, aos monumentos de Sintra ou Mafra ou ao simples desfrute de piqueniques na moldura saloia em tardes soalheiras.
Restam hoje, nos arquivos da CARRIS, imagens fotográficas desses primitivos autocarros. 

03.06.16 Nova exposição na Galeria do Museu da Carris
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Exposição de: Carlos Medeiros
Curador: António Pedro Mendes
Disponível de: 3 de junho a 5 de agosto
Horário de Funcionamento: 2ª a 6.ª, das 10:00 às 17:00 horas
Entrada Livre

02.06.16 Dia Mundial da Criança no Museu da Carris
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O Museu da Carris assinalou o Dia Mundial da Criança, com o lançamento do livro infantil “À Descoberta de Lisboa”, da autora Maria João de Figueiroa Rego. O dia começou com uma viagem de elétrico com o objetivo de dar a conhecer a cidade de Lisboa, do ponto de vista histórico, cultural e turístico. A viagem contou com a presença da autora do livro, do ilustrador Luís Anglin, do Eng.º Tiago Lopes Farias, Presidente do Conselho de Administração da Carris, do Metro e do Grupo Transtejo e uma turma de crianças pertencentes à Creche do Alto de Santo Amaro.


Depois desta viagem pela história e pela nossa cidade, procedeu-se ao lançamento do livro infantil, no qual se juntaram aos convidados anteriores crianças pertencentes à escola, “O nosso Jardim”. O ilustrador do livro realizou um desenho de um elétrico durante a apresentação, fazendo as delícias dos mais novos e mais velhos ali presentes. Esta ilustração ficará latente no espaço do Museu da Carris.

Durante o evento, procedeu-se à transmissão do lançamento do livro e da realização da ilustração através de livefeed na página de Facebook do Museu da Carris, de forma que todos os “amigos” e visitantes do Museu pudessem acompanhar as comemorações desta data (pode acompanhar os vídeos recolhidos aqui)

O Serviço Educativo do Museu da Carris deu seguimento à comemoração da data, através de um programa customizado especificamente para esta data para animar os pequenos visitantes do Museu durante este dia. O programa do Museu esgotou todas as vagas que tinha em aberto.

Podemos afirmar que foi um dia muito animado no nosso Museu, em que as crianças puderam ver de perto de que forma os transportes cresceram e se desenvolveram ao ritmo da nossa cidade. Uma verdadeira viagem na história para conhecer a memória do transporte.

01.06.16 Peça do mês | Elétrico n.º 444
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Em Junho de 1901, aportaram a Lisboa os primeiros carros elétricos fechados, no número de 75, numerados de 400 a 474.
Vinham preparados para uma missão que, na época, ninguém adivinhou: transformarem-se num dos logótipos e dos motivos turísticos das ruas da cidade, ao longo de todo o século XX, chegando até aos nossos dias.
O fabricante destes elétricos “de extrema elegância e comodidade” era a St. Louis Car Co. A mítica cidade norte americana homónima da companhia preparava-se, então, para uma grande exposição universal, simbolizando para o resto do mundo o avanço técnico e industrial americano. Mais uma vez, a Carris tinha optado pelo mais prestigiado do seu tempo. Como exemplo da qualidade e robustez destes carros, recorde-se que estiveram nas ruas de Lisboa até 1973.
Os carros vindos de St. Louis sempre foram conhecidos em Lisboa por “os São Luís”. As suas doze janelas possuíam caixilhos com vidro de correr e os frisos interiores, de madeira lavrada, ficaram na memória de quase todos os lisboetas. Os postigos do lanternim (as famosas janelinhas do tejadilho) também eram praticáveis, podendo permanecer abertos no Verão. 
De acordo com os registos, os “São Luís” vieram com interiores de madeira trabalhada, ainda visível neste elétrico, e pintura exterior muito bem acabada, com ornatos a decalcomania. 

01.06.16 Lançamento do livro infantil "À descoberta de Lisboa"
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Venha descobrir Lisboa pela mão do Museu da CARRIS a bordo de um elétrico tradicional.

É este o convite que o Museu da Carris tem para fazer aos seus visitantes no próximo dia 1 de junho, Dia Mundial da Criança.
Queremos realizar uma viagem inspirada no livro infantil “À Descoberta de Lisboa” que procura mostrar Lisboa  do ponto de vista histórico, cultural e turístico às crianças. 
No final da viagem a autora do livro, Maria João de Figueiroa Rego, vai apresentar publicamente a sua obra infantil.

Sinopse: O livro infantil "À Descoberta de Lisboa" com uma versão em português e outra em inglês, visa dar a conhecer a cidade de Lisboa, do ponto de vista histórico, cultural e turístico a crianças nacionais e estrangeiras, com idades compreendidas entre os 8 e os 12 anos. Com esta obra pretende-se, ainda, abranger um universo alargado de crianças desde as nacionais que residem em Lisboa ou noutras zonas do País, às residentes de comunidades imigrantes, com o objetivo de contribuir para uma maior integração e coesão social e às estrangeiras que aqui se desloquem em turismo, sem esquecer a população infantil portuguesa espalhada pelo mundo.

18.05.16 Museu da Carris recomendado pelo site Sweet Rebel Bride
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A época dos casamentos está prestes a começar e o Museu da Carris continua a ser referenciado como um dos sítios mais originais e especiais da cidade de Lisboa.

Não somos só nós que o dizemos, veja o site Sweet Rebel Bride.
Venha conhecer os nossos espaços. Agende já a sua visita.

18.05.16 Dia 18 de maio visite o Museu da CARRIS

16.05.16 Entrada no Museu da Carris alterada por obras

Por motivo de realização de obras, o entroncamento da Rua Luís de Camões com a Rua 1.º Maio vai ser encerrado ao trânsito a partir do dia 16 de maio (2.ª feira).
Por este motivo a entrada no Museu da Carris será relocalizada para junto à estrada para o Espaço Cliente, na Rua 1.º de Maio.

19.04.16 132º Aniversário do Ascensor do Lavra
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Construído pela Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa, foi inaugurado no dia 19 de abril de 1884. Foi o primeiro ascensor a ser construído em Lisboa nos finais do século XIX. O Ascensor do Lavra circula na Calçada do Lavra estabelecendo ligação entre o Largo da Anunciada e a Travessa do Forno do Torel. O sistema de tração então adotado era de cremalheira e cabo por contrapeso de água. Posteriormente utilizou o vapor e, a partir de 1915, a eletricidade. Em 1926 passou para a posse da Companhia Carris de Ferro de Lisboa.
Em 2002 foi classificado como Monumento Nacional.

Comprimento da rampa – 188 m
Inclinação da rampa – 22,9 %
Lotação – 42 lugares, sendo 22 sentados e 20 de pé

09.04.16 72.º aniversário do início do serviço de autocarros
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Hoje comemoramos o 72.º aniversário do início do serviço de autocarros.
Em 9 de abril, utilizando as viaturas adquiridas em 1940 para reforço do transporte de visitantes para a Exposição do Mundo Português, que se realizou em Belém, é inaugurado oficialmente o serviço de autocarros.

01.04.16 Exposição do espólio próprio do Museu
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Exposição Espólio Próprio do Museu da Carris
Disponível até: 30 de abril
Horário de Funcionamento: 2ª a 6.ª, das 10:00 às 17:00 horas
Entrada Livre

Tendo adotado uma política de apoio a jovens artistas, o Museu optou pela cedência do espaço expositivo, sendo oferecida, como contrapartida, uma obra para o espólio do Museu.
É a exposição dessas obras, oferecidas ao Museu pelos diversos artistas, que está agora patente na Galeria.

01.04.16 Exposição "Cadeira Bus"
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Exposição Cadeira BUS
Disponível até: 30 de abril
Horário de Funcionamento: 2ª a 6.ª, das 10:00 às 17:00 horas
Entrada Livre

Trata-se de uma cadeira decorada pelas Mães acolhidas na Casa de Santa Isabel, da IPSS Apoio à Vida, no contexto do Projecto Darte.
O Projecto Darte é um projecto psico-educativo que utiliza uma metodologia de arte como terapia, inovadora em Portugal, para desenvolver a auto-estima e auto-confiança dos seus beneficiários, bem como as suas competências emocionais, sociais e comportamentais.
O Apoio à Vida é uma instituição que acolhe grávidas em dificuldade e as ajuda a ter os filhos e a reorganizar as suas vidas.