Museu da Carris

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Esteja atento às principais notícias e atividades do Museu!

 
19.04.16 132º Aniversário do Ascensor do Lavra
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Construído pela Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa, foi inaugurado no dia 19 de abril de 1884. Foi o primeiro ascensor a ser construído em Lisboa nos finais do século XIX. O Ascensor do Lavra circula na Calçada do Lavra estabelecendo ligação entre o Largo da Anunciada e a Travessa do Forno do Torel. O sistema de tração então adotado era de cremalheira e cabo por contrapeso de água. Posteriormente utilizou o vapor e, a partir de 1915, a eletricidade. Em 1926 passou para a posse da Companhia Carris de Ferro de Lisboa.
Em 2002 foi classificado como Monumento Nacional.

Comprimento da rampa – 188 m
Inclinação da rampa – 22,9 %
Lotação – 42 lugares, sendo 22 sentados e 20 de pé

09.04.16 72.º aniversário do início do serviço de autocarros
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Hoje comemoramos o 72.º aniversário do início do serviço de autocarros.
Em 9 de abril, utilizando as viaturas adquiridas em 1940 para reforço do transporte de visitantes para a Exposição do Mundo Português, que se realizou em Belém, é inaugurado oficialmente o serviço de autocarros.

01.04.16 Exposição "Cadeira Bus"
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Exposição Cadeira BUS
Disponível até: 30 de abril
Horário de Funcionamento: 2ª a 6.ª, das 10:00 às 17:00 horas
Entrada Livre

Trata-se de uma cadeira decorada pelas Mães acolhidas na Casa de Santa Isabel, da IPSS Apoio à Vida, no contexto do Projecto Darte.
O Projecto Darte é um projecto psico-educativo que utiliza uma metodologia de arte como terapia, inovadora em Portugal, para desenvolver a auto-estima e auto-confiança dos seus beneficiários, bem como as suas competências emocionais, sociais e comportamentais.
O Apoio à Vida é uma instituição que acolhe grávidas em dificuldade e as ajuda a ter os filhos e a reorganizar as suas vidas.

01.04.16 Exposição do espólio próprio do Museu
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Exposição Espólio Próprio do Museu da Carris
Disponível até: 30 de abril
Horário de Funcionamento: 2ª a 6.ª, das 10:00 às 17:00 horas
Entrada Livre

Tendo adotado uma política de apoio a jovens artistas, o Museu optou pela cedência do espaço expositivo, sendo oferecida, como contrapartida, uma obra para o espólio do Museu.
É a exposição dessas obras, oferecidas ao Museu pelos diversos artistas, que está agora patente na Galeria.

21.12.15 Museu da Carris encerra no período de Natal e Ano Novo

O Museu da Carris estará encerrado nos dias 24, 25, 26,  27 e 31 de dezembro e dias 1, 2 e 3 de janeiro.

 

30.11.15 Exposição "Conhecer Portugal de Transportes 2015"
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Exposição de fotografia "Conhecer Portugal de Transportes 2015"  
Disponível de : 8 a 29 de janeiro
Horário de Funcionamento: 2ª a 6.ª, das 10:00 às 17:00 horas
Entrada Livre

Exposição fotográfica composta por meia centena de fotografias selecionadas no âmbito do "Conhecer Portugal de Transportes 2015", um concurso fotográfico lançado em 2015 pela FERNAVE com o objetivo de promover e premiar registos fotográficos de momentos de viagens de lazer realizadas em Portugal, utilizando os diversos modos de transporte que o país tem para oferecer. 

O resultado obtido neste concurso encontra-se agora exposto na Galeria do Museu da Carris, depois da exposição ter visitado em itinerância os seguintes locais: Porto/Estação Porto Campanhã, Lisboa/Estação Rossio e Cais do Sodré.

Consulte o folheto da exposição.
  

24.10.15 130.º Aniversário do Ascensor da Glória
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A Transportes de Lisboa assinala no dia 24 de outubro o 130.º aniversário do Ascensor da Glória.


O ascensor mais movimentado da cidade de Lisboa, projetado pelo engenheiro português Raul Mesnier de Ponsard, foi inaugurado a 24 de outubro de 1885.


Este ascensor utilizava, originalmente, cremalheira e cabo equilibrado por contrapeso de água como sistema de tração, passando, mais tarde, a ser movido a vapor.


Em 1915, depois de várias décadas de viagens noturnas à luz de velas, o segundo ascensor implantado na cidade das 7 colinas, foi eletrificado.

Composto por duas cabines, permite a fácil ligação entre a Praça dos Restauradores (Baixa de Lisboa) e o Jardim de São Pedro de Alcântara (Bairro Alto), num trajeto de colina de 265m.


Pelas suas caraterísticas ímpares, a calçada que dá nome ao ascensor tem sido palco privilegiado de iniciativas culturais e desportivas. O exemplo mais emblemático é a prova de ciclismo “Subida à Glória”, que se realiza desde 1910.


Este equipamento serviu ainda de inspiração a vários artistas, como é o caso da banda portuguesa Rádio Macau que, em 1987, lançou o seu célebre tema musical “Elevador da Glória”.

Para além da imperdível viagem a bordo deste emblemático ascensor, que alcançou a distinção de Monumento Nacional, em 2002, a Transportes de Lisboa disponibiliza informação histórica de pormenor sobre o mesmo noutro espaço de referência, o Museu da Carris.


19.09.15 Exposição Mulheres Escravas e Deusas
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EXPOSIÇÃO ENCERRADA
“Mulheres – Escravas & Deusas” (2015) consiste numa exposição de pintura lançada em Felgueiras a 11 de abril pelo movimento cultural “Tertúlias Itinerantes”, tendo depois iniciado a sua itinerância pelo país, graças a uma parceria entre o movimento cultural e a ACCIG – Associação Cultura, Conhecimento e Igualdade do Género. Em agosto esteve patente em Mangualde e desde o dia 18 de setembro encontra-se em Lisboa, mais concretamente no Museu da Carris.


Saiba mais sobre esta exposição aqui.

31.08.15 EXPOSIÇÃO CHUVA OBLÍQUA
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EXPOSIÇÃO ENCERRADA 
Terá lugar no próximo dia 3 de julho, pelas 20:00 horas a inauguração, na Galeria do Museu, de uma exposição dos curadores Justin Maki & TJ Templeton , intitulada “Chuva Oblíqua”.

Artistas: Beatriz Albuquerque, Rodrigo Bettencourt da Câmara, Brian Bulfer, Andrew Corpuz, André Fradique, Orlando Franco, João Galrão, Sandra Gil, Jesse Jagtiani, Sean Justice, Stephanie Lupu, Frederico A. Mendes, Téo Pitella, Daniel Pires, Angel Settell, Angela Valella e João Vilhena. 

Performance de David Moscovich: 3 Julho de 2015 pelas 20:30 horas.

Para saber mais clique aqui.

Entrada gratuita.

10.07.15 113.º Aniversário do Elevador de Santa Justa
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Celebramos no próximo dia 10 de julho o 113.º aniversário da inauguração do Elevador do Carmo.
Assinalamos o dia 10 de Julho (sexta-feira), o 113.º aniversário da inauguração do Elevador do Carmo ou, como desde muito cedo se tornou conhecido, Elevador de Santa Justa.
“Ex libris” da baixa lisboeta, este elevador, hoje propriedade da Companhia Carris de Ferro de Lisboa S.A., foi projetado pelo Eng. Raul Mesnier de Ponsard e era, na origem, propriedade de uma empresa especialmente criada para a sua construção e exploração: a Empresa do Elevador do Carmo.
Os trabalhos para a sua construção tiveram início em 1900 com a remoção de terras nas Escadinhas de Santa Justa e o seu momento mais marcante no dia 31 de Agosto de 1901, quando, por sistema de alavanca, em poucas horas, foi feito o lançamento do passadiço destinado a estabelecer, por sobre a Rua do Carmo, ligação entre o topo do Elevador e o Largo daquele nome. Também nesse dia e igualmente importante para o quotidiano e desenvolvimento da cidade, foi inaugurado pela Carris o serviço de carros elétricos.
Inicialmente o elevador utilizava o vapor como força de tração, sendo que desde 1907 que o sistema foi eletrificado.
Em fevereiro de 2002, tal como sucedeu com os ascensores do Lavra, da Glória e da Bica, o Elevador do Carmo foi classificado como Monumento Nacional.

01.07.15 SOUSAFONE
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Sousafone é um instrumento de sopro da família dos metais. Trata-se de uma tuba especial que o executante apoia no ombro para que possa executá-la enquanto
anda ou marcha. É o maior dos instrumentos de sopro. Este modelo foi utilizado pela Banda da Carris entre 1960 e 2004.

O instrumento foi idealizado por John Philip de Sousa, compositor dos Estados Unidos da América, considerado o Rei das Marchas, que necessitava de um instrumento capaz de produzir sons graves durante a marcha. A sua produção musical inclui cerca de 15 operetas e várias canções, sendo a mais famosa a marcha The Stars and Stripes Forever, marcha ocial dos Estados Unidos.

John Philip de Sousa nasceu nos Estados Unidos da América, terceiro de dez lhos e lhas de pai português de origem açoriana e mãe alemã. 

Com a sua própria banda, entre 1892-1931, realizou 15623 concertos. Em 1900, a sua banda representa os Estados Unidos na Exposição Universal de Paris.

Morreu de insuficiência cardíaca com 78 anos, em 6 de março de 1932, no seu quarto no Hotel Abraham Lincoln, em Reading, Pensilvânia e encontra-se enterrado em Washington, DC no Cemitério do Congresso.

30.06.15 DIORAMA
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Diorama representando autocarros de dois pisos, circulando na Rotunda do Marquês de Pombal, em meados dos anos 50.

Estes autocarros, da marca AEC Mark III, entraram ao serviço no início dos anos 50, tendo sido retirado de circulação nos anos 80. Representativo dos primeiros autocarros de dois pisos utilizados pela Companhia Carris de Ferro de Lisboa, podemos hoje vê-los em exposição no Museu da Carris.

31.05.15 África em Lisboa no Museu da CARRIS
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Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé marcam presença no “África em Lisboa”, evento que tem lugar no Museu da Carris até o dia 31 de maio, e mostra o melhor das artes performativas, moda, artesanato e gastronomia destes cinco países de ritmos, cores, cheiros e sabores apaixonantes.

Um mercado de marcas e produtos africanos e uma área de gastronomia, com ementas típicas dos países representados, além de espetáculos musicais, teatro, dança, exposições de pintura, escultura e fotografia, tertúlias literárias, moda e acessórios, juntam-se no mesmo espaço, no coração da capital portuguesa, para reavivar sensações aos africanos que moram em Portugal, arrebatar os portugueses que amam África e cativar os inúmeros turistas estrangeiros que visitam Lisboa.

Cada dia terá um país em destaque e, também, momentos de fusão da cultura africana com a portuguesa, numa exaltação à partilha dos percursos quotidianos dos vários povos.

África em Lisboa é paixão!

África em Lisboa
27 a 31 de maio
Quarta a sexta-feira :: 18h00-00h00
Sábado e domingo :: 13h00-00h00
Museu da Carris | Rua Primeiro de Maio, 101-103, 1300-472 Lisboa

Bilhetes:
+ 6 anos:: 5 €/dia
Passe Família/dia (4 pessoas: dois adultos e dois menores 12 anos):: 18 €
Passe 5 dias:: 22 €
Locais de venda:: Bilheteira no local

28.05.15 Nucleo II do Museu da CARRIS encerrado

Entre os dias 28 e 30 de maio (de 5.ª feira a sábado) o núcleo II do Museu da CARRIS estará encerrado para realização de evento privado. No entanto, alguns dos veículos expostos neste núcleo vão estar em exposição junto ao Núcleo III.

27.05.15 2.ª Mostra de Teatro breve em contentores
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A Buzico! Produções Artísticas promove trimestralmente, durante o ano de 2015, no Village Underground Lisboa (VUL) uma Mostra de Teatro Breve em Contentores. Cada Mostra decorre durante um fim de semana de 6ª a domingo, havendo 3 projetos/espetáculos por Mostra destinados ao público em geral (com apresentações à 6ª e sáb.) e 1 espetáculo para o público infantil e familiar (com apresentações ao sáb.e dom. à tarde). 

Espetáculos Público em geral Apresentações 6ª e sábado | 3 apresentações/dia inicio às 20h30 | 21h00 | 21h30 
Espectáculos Público infanto-juvenil e familiar 3 sessões ao sábado e domingo à tarde às 15h00 | 15h30 | 16h00 

O espectador adquire um bilhete único para poder assistir aos 3 espectáculos (os horários foram estabelecidos garantindo a possibilidade de alternância entre contentores), sendo estes distribuídos em 3 TOURS distintos. O espectáculo para a infância terá bilhete individual por sessão.

TOUR #1
  • 20h30 ESPECTÁCULO 1
  • 20h55 ESPECTÁCULO 2
  • 21h20 ESPECTÁCULO 3
TOUR #2
  • 21h00 ESPECTÁCULO 1
  • 21h25 ESPECTÁCULO 2
  • 21h50 ESPECTÁCULO 3
TOUR #3
  • 21h30 ESPECTÁCULO 1
  • 21h55 ESPECTÁCULO 2
  • 22h20 ESPECTÁCULO 3 

EM CARTAZ 2ª EDIÇÃO
ABSINTO
A partir de textos bíblicos (Livro do Apocalipse)
5 e 6 Junho

“E o nome da estrela era Absinto, e a terça parte das águas tornou-se absinto e muitos homens morreram das águas, porque se tornaram amargas. Vieste do Bairro Alto?”

Ficha técnica e artística
Texto e encenação: Isabel Teles de Menezes
Interpretação: André Susano, Margarida Vieira, Raquel Veloso
Produção: urgente-colectivo teatral
Apoio: Escola Superior de Teatro e Cinema – IPL

A GAVETA
de Rui Paixão
5 e 6 Junho

Num universo perdido entre gavetas e com pensamentos fugitivos, três mulheres partilham um espaço sufocante, onde o ar, a espera e as palavras são ruídos que flutuam nas suas emoções.
Um labirinto que caminha para outro labirinto, ao encontro do labirinto certo, ou então é apenas a espera do próximo labirinto, no dia que esse decidir chegar. Chegou! Foi engano!
O que é o tempo? De onde vem? Para onde vai? São tantas as questões que mergulham nos pequenos pensamentos que vagueiam no ar. É uma constante, sem definição, sem presente, sem possibilidade de férias ou permanência, porque esse, o tempo? Nunca pára.
Já chega!
Procuro a gaveta que se abra para me dizer…

Ficha técnica e artística
Texto: Rui Paixão
Direção de Atores: Manuel A.
Atrizes: Helena Caldeira; Inês De Morais; Maria Alves
Desenho de Luz: Manuel Abrantes
Cenografia: Coletivo dos atores
Guarda-roupa: Coletivo dos atores
Produção: Manu

ESCREVER AMOR
Um projecto de Laura L. Tomaz
5 e 6 Junho

Edgar escreve sobre Basille. Basille é uma coisa misteriosa que integra como papel principal todas as suas histórias. Só que para chegar a Basille, Edgar tem de nos situar de como chegou até ela, e como foi a sua vida sem ela aquilo que agora seria a peça fundamental da sua vida. Uma declaração de amor disparatada, mas com muito sentimento.

Ficha técnica e artística
Texto e Encenação: Laura L. Tomaz
Interpretação: Rafael Dias Costa
Cartaz e Apoio à Cenografia: Dznove Sessenta – Advertising e Comunicação
Fotografia: Paula Tomás 

ESPECTÁCULO PARA PUBLICO INFANTO-JUVENIL E FAMILIAR 
Sábado 6 e Domingo 7 de Junho 15h00 | 15h30 | 16h00

À VELOCIDADE DA LUZ
ESPETÁCULO CONCENTRADO EM ESPAÇO EXÍGUO
6 e 7 Junho

Começa ao anoitecer a história breve de alguém que se vê a braços com o passar do tempo. Passará o tempo devagar? Ou será que passa depressa? Continua a história entre a luz e a sombra acompanhando o correr dos dias. Ou será o rolar... E o desenrolar do tempo percebe-se nas palavras repetidas que voltam ao mesmo sítio, como os ponteiros do relógio. A voz, essa canta-nos os segredos do tempo ressoando na imaginação.

Ficha técnica e artística 
Texto: adaptação da obra Ainda Nada de Christian Voltz 
Contadora: Rita Sales 
Operação Técnica: Fernando Casaca 
Produção e Comunicação: Marlene Aldeia


Preços: 
Espectáculos público em geral – bilhete único com acesso aos 3 espectáculos Geral 8€ 
Descontos 6,50€ (Profissionais Espectáculo | Maiores 65 | Estudantes Teatro)

Espectáculo para público infanto-juvenil e familiar
Bilhete único por sessão 2,50€ (por pessoa – criança e ou adulto) 
Bilhete familiar 2,00€ (para famílias de 3 ou mais elementos) 

Bilhetes disponíveis: 
Bilheteira Online e locais habituais | na Bilheteira local no próprio dia 1h30 antes do inicio das sessões. 

Para mais informações: 
mostrabreve@buzico.pt ou pelo 210 994 581

20.05.15 Nucleo II do Museu da CARRIS encerrado

Na próxima 6.ª feira, dia 22 de maio, o núcleo II do Museu da CARRIS estará encerrado todo o dia por motivo de realização de evento privado.

Os clientes podem visitar o núcleo I e III, como habitualmente sofrendo os preços dos bilhetes uma redução de 50%, tendo em conta esta limitação.

18.05.15 EXPOSIÇÃO EM TRÂNSITO
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Terá lugar no próximo dia 18 de Maio (Dia Internacional dos Museus) a inauguração, na Galeria do Museu, de uma exposição da artista Teresa Esparteiro Lopes da Costa, intitulada “Em Trânsito”.
TERESA LOPES DA COSTA, nascida em Coimbra e a viver em Lisboa, tem vindo a desenvolver as suas criações cujas manchas gráficas se aproximam do expressionismo abstrato.
Acerca do seu trabalho a artista diz estar cada vez mais envolvida na produção da sua obra e vê com grande entusiasmo e responsabilidade os crescentes desafios que lhe vão sendo propostos.
Para saber mais clique aqui.

Entrada gratuita.

01.05.15 Caricatura de Francisco Valença
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Francisco Valença nasceu em Lisboa, em 1882, vindo a falecer nesta mesma cidade em 1962. Cultivador de diversos géneros de artes plásticas, como a aguarela ou pastel, foi a caricatura que o popularizou.
Dos muitos trabalhos que produziu, citamos a criação de “ex-libris” ou de figurinos para teatro, a ilustração de obras de autores de ficção e, inevitavelmente, muitas caricaturas em diversos jornais, nomeadamente “O Mundo”, o “Diário de Notícias” ou o “Sempre Fixe”, de que foi Diretor muitos anos. Situando esta caricatura na história da CARRIS, ela reporta a um tempo muito próximo da entrada ao serviço dos primeiros autocarros de dois pisos, em 1947. Quanto ao seu conteúdo, se por um lado demonstra a vontade de melhorar e inovar por parte da Empresa, por outro exemplifica, de forma ímpar, o espírito mordaz do alfacinha, aqui representado pela figura do “Zé Povinho” e bem patente na legenda que o acompanha:
Um Brinde de “Miss Trolley”
- Aqui tem seu Zé. Que diz a este luxo de autocarros com dois andares?
-  Só lhe faltam as águas furtadas….

30.04.15 131º. Aniversário do Ascensor do Lavra
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A CARRIS assinala, no dia 19 de abril, o 131º aniversário da inauguração do Ascensor do Lavra. Este ascensor estabelece ligação entre o Largo da Anunciada e a Travessa do Forno do Torel. Foi o primeiro ascensor e transporte coletivo de Lisboa e, desde a sua inauguração a 19 de abril de 1884, defrontando com êxito uma das encostas mais íngremes da cidade. Encontra-se, desde 2002, classificado como Monumento Nacional.

18.04.15 Elétrico n.º 802
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No último ano da década de trinta do século passado, a CARRIS aumentou a sua frota de serviço público com a introdução de mais cinco carros elétricos que tomaram os números de frota 801 a 805.

Embora o primeiro da série tenha sido formalmente apresentado à Comunicação Social em Fevereiro de 1939, com uma caixa de bandeira de destino diferente do modelo então em serviço, e que não prevaleceu, o número 802, posto em circulação em Novembro daquele mesmo ano, apresentava já as características que durante alguns anos foram comuns a todos os carros da série. Saltam à vista algumas dessas características, que passamos a enumerar. Desde logo o seu aspeto de grande robustez, as portas em madeira, em substituição das tradicionais cancelas extensoras, em ferro, sendo esta a primeira vez que tal solução foi utilizada, e a existência de 9 vidros em cada um dos lados do tejadilho, situação que apenas se verificou nestes carros.

Mas foi provavelmente a pintura exterior, mantendo ainda as faixas branca e amarela mas terminando “em bico” nas plataformas, que mais chamou a atenção do público, o mesmo sucedendo com a identificação da Empresa em que a pintura do seu nome, por extenso, foi substituído pela sigla CCFL.

Apresentava ainda esta série uma outra característica que não se repetiu em mais nenhuma: a existência, em cada uma das plataformas, de uma cabina fechada para o guarda-freio, em madeira, isolando-o do público. Não foi satisfatório o desempenho da caixilharia das cabinas pelo que, passado algum tempo, foram suprimidas. Com o passar dos anos outras alterações foram introduzidas, sendo as mais visíveis a instalação de uma caixa de bandeira de destino em cada topo, a supressão dos vidros no tejadilho e a adoção de uma nova pintura, tornando o amarelo a cor dominante tanto nos painéis laterais como nas plataformas.

Em 1943 a série viria a ser aumentada com mais cinco carros elétricos, numerados de 806 a 810.

31.03.15 Carro Elétrico n.º 283
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O carro elétrico nº 283, contemporâneo dos “tempos heróicos” da tração elétrica, integrava uma série numerada de 283 a 322 e entrou ao serviço em 1902. A caixa era completamente aberta e composta por um tejadilho com lanternim apoiado sobre colunas e estribos corridos a todo o seu comprimento. Interiormente possuía doze bancos de madeira, podendo transportar 48 passageiros, sentados, e mais seis, de pé, na plataforma da retaguarda. Mais do que o seu aspeto, foram, provavelmente, as suas dimensões, o que mais sensação causou entre os lisboetas: medindo 11,35 m desde logo foi apelidado, tal como todos os dessa série, de “almanjarra” e “avantesma formidável”.

Ilustrando esta afirmação, transcreva-se o que o jornal “Novidades” de 30 de Janeiro escreveu:
“Já hoje andou em serviço um dos carros grandes que a Companhia dos Tramways eléctricos ultimamente importou. É do feitio dos abertos, tendo, porém, doze bancadas transversais, e oito rodas, quatro na frente e quatro na retaguarda. É uma avantesma formidável. Se abalroar com alguma coisa, acaba-se a coisa e acaba-se o mundo. Fica tudo num figo.”

Na década de 50 do século passado todos os carros deste modelo foram sendo progressivamente abatidos ao serviço, com exceção do 283, que passou a servir como carro de instrução. Dez anos mais tarde também ele foi abatido e cedido ao parque infantil do Monsanto, onde permaneceu por largos anos até que, já nos anos oitenta, regressou à Empresa para integrar a coleção do que viria a ser o Museu das CARRIS.

28.02.15 Teodolito Elliot Bross
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O teodolito é um instrumento de precisão ótico que mede ângulos verticais e horizontais, aplicado em diversos setores como na navegação, na construção civil, na agricultura e na metrologia. A estrutura de um teodolito é feita a partir do movimento circular de dois eixos independentes, sendo um fixo e outro móvel (eixo duplo). O eixo móvel é fixado pelos parafusos de pressão. O limbo horizontal permite o travamento em qualquer posição, realizando leitura de graus, como também de minutos e segundos. Para a leitura, é necessário outras como o tripé regulável, o contrapeso, os limbos horizontais e verticais, o nónio, o nível de bolha, o filtro de luz e as lupas oculares.

Equipado com bússola e destinado à medição de ângulos horizontais e verticais em trabalhos de topografia, este Teodolito foi utilizado para a implantação das linhas de carros elétricos – 1900. 

06.02.15 EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA TRANSPORTES E LOGÍSTICA FERNAVE
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EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA TRANSPORTES E LOGÍSTICA FERNAVE 2014

Patente na: Galeria do Museu da CARRIS
Disponível de: 20 de janeiro a 6 de fevereiro
Horário de Funcionamento: 2.ª a Sábado, das 10:00 às 17:00 horas

ENTRADA GRATUITA
Mediante a apresentação de convite para a exposição, com a compra de um bilhete de entrada no Museu da CARRIS, oferecemos o segundo.

Para saber mais, clique aqui.

30.01.15 AUTOCARRO N.º 851
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Em 1986, a CARRIS, no âmbito de uma ação conjunta com o Ministério da Cultura, utilizou três dos seus autocarros de dois pisos para, através de uma pintura especialmente concebida para o efeito por artistas plásticos, levar junto do público, manifestações de caráter artístico, inserindo-as no seu quotidiano.
Eduardo Nery, que se dedicou, entre outras atividades, ao mosaico, à azulejaria ou à tapeçaria, e autor da decoração da Estação do Campo Grande do Metropolitano de Lisboa, foi um desses artistas. Concebendo um projeto em que, mercê da grande altura da viatura utilizada, foi possível representar dois autocarros de um piso, sobrepostos, sugeria um autocarro “laranja” suspenso no ar, dado o “degradé” em tons de azul aplicados na parte de baixo tender a desmaterializar o piso inferior. Para este efeito, muito contribuiu o facto de se terem repetido em cima os faróis, o para-choques e demais acessórios, que mais aumentavam a ilusão de se tratar de um autocarro autêntico na parte superior.
A passagem dos anos não poupou estes carros, entretanto abatidos ao serviço, tendo-se procedido à recuperação deste projeto com recurso ao autocarro nº 851, idêntico ao original, que podemos ver em exposição no Museu.

31.12.14 MINIATURA DE CARRO ELÉTRICO ARTICULADO
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Depois do declínio do modo elétrico verificado nos anos 60 e 70, verificou-se, no início dos anos 90, um relançamento deste meio de transporte urbano.
Assim, em 1992, a CARRIS lançou um concurso público para a aquisição de modernos carros elétricos, de grande capacidade, conforto e segurança. 
Esta miniatura foi uma das várias que serviu como elemento de estudo para o projeto dos elétricos articulados.