Museu da Carris

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Esteja atento às principais notícias e atividades do Museu!

 
28.05.15 Nucleo II do Museu da CARRIS encerrado

Entre os dias 28 e 30 de maio (de 5.ª feira a sábado) o núcleo II do Museu da CARRIS estará encerrado para realização de evento privado. No entanto, alguns dos veículos expostos neste núcleo vão estar em exposição junto ao Núcleo III.

27.05.15 2.ª Mostra de Teatro breve em contentores
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A Buzico! Produções Artísticas promove trimestralmente, durante o ano de 2015, no Village Underground Lisboa (VUL) uma Mostra de Teatro Breve em Contentores. Cada Mostra decorre durante um fim de semana de 6ª a domingo, havendo 3 projetos/espetáculos por Mostra destinados ao público em geral (com apresentações à 6ª e sáb.) e 1 espetáculo para o público infantil e familiar (com apresentações ao sáb.e dom. à tarde). 

Espetáculos Público em geral Apresentações 6ª e sábado | 3 apresentações/dia inicio às 20h30 | 21h00 | 21h30 
Espectáculos Público infanto-juvenil e familiar 3 sessões ao sábado e domingo à tarde às 15h00 | 15h30 | 16h00 

O espectador adquire um bilhete único para poder assistir aos 3 espectáculos (os horários foram estabelecidos garantindo a possibilidade de alternância entre contentores), sendo estes distribuídos em 3 TOURS distintos. O espectáculo para a infância terá bilhete individual por sessão.

TOUR #1
  • 20h30 ESPECTÁCULO 1
  • 20h55 ESPECTÁCULO 2
  • 21h20 ESPECTÁCULO 3
TOUR #2
  • 21h00 ESPECTÁCULO 1
  • 21h25 ESPECTÁCULO 2
  • 21h50 ESPECTÁCULO 3
TOUR #3
  • 21h30 ESPECTÁCULO 1
  • 21h55 ESPECTÁCULO 2
  • 22h20 ESPECTÁCULO 3 

EM CARTAZ 2ª EDIÇÃO
ABSINTO
A partir de textos bíblicos (Livro do Apocalipse)
5 e 6 Junho

“E o nome da estrela era Absinto, e a terça parte das águas tornou-se absinto e muitos homens morreram das águas, porque se tornaram amargas. Vieste do Bairro Alto?”

Ficha técnica e artística
Texto e encenação: Isabel Teles de Menezes
Interpretação: André Susano, Margarida Vieira, Raquel Veloso
Produção: urgente-colectivo teatral
Apoio: Escola Superior de Teatro e Cinema – IPL

A GAVETA
de Rui Paixão
5 e 6 Junho

Num universo perdido entre gavetas e com pensamentos fugitivos, três mulheres partilham um espaço sufocante, onde o ar, a espera e as palavras são ruídos que flutuam nas suas emoções.
Um labirinto que caminha para outro labirinto, ao encontro do labirinto certo, ou então é apenas a espera do próximo labirinto, no dia que esse decidir chegar. Chegou! Foi engano!
O que é o tempo? De onde vem? Para onde vai? São tantas as questões que mergulham nos pequenos pensamentos que vagueiam no ar. É uma constante, sem definição, sem presente, sem possibilidade de férias ou permanência, porque esse, o tempo? Nunca pára.
Já chega!
Procuro a gaveta que se abra para me dizer…

Ficha técnica e artística
Texto: Rui Paixão
Direção de Atores: Manuel A.
Atrizes: Helena Caldeira; Inês De Morais; Maria Alves
Desenho de Luz: Manuel Abrantes
Cenografia: Coletivo dos atores
Guarda-roupa: Coletivo dos atores
Produção: Manu

ESCREVER AMOR
Um projecto de Laura L. Tomaz
5 e 6 Junho

Edgar escreve sobre Basille. Basille é uma coisa misteriosa que integra como papel principal todas as suas histórias. Só que para chegar a Basille, Edgar tem de nos situar de como chegou até ela, e como foi a sua vida sem ela aquilo que agora seria a peça fundamental da sua vida. Uma declaração de amor disparatada, mas com muito sentimento.

Ficha técnica e artística
Texto e Encenação: Laura L. Tomaz
Interpretação: Rafael Dias Costa
Cartaz e Apoio à Cenografia: Dznove Sessenta – Advertising e Comunicação
Fotografia: Paula Tomás 

ESPECTÁCULO PARA PUBLICO INFANTO-JUVENIL E FAMILIAR 
Sábado 6 e Domingo 7 de Junho 15h00 | 15h30 | 16h00

À VELOCIDADE DA LUZ
ESPETÁCULO CONCENTRADO EM ESPAÇO EXÍGUO
6 e 7 Junho

Começa ao anoitecer a história breve de alguém que se vê a braços com o passar do tempo. Passará o tempo devagar? Ou será que passa depressa? Continua a história entre a luz e a sombra acompanhando o correr dos dias. Ou será o rolar... E o desenrolar do tempo percebe-se nas palavras repetidas que voltam ao mesmo sítio, como os ponteiros do relógio. A voz, essa canta-nos os segredos do tempo ressoando na imaginação.

Ficha técnica e artística 
Texto: adaptação da obra Ainda Nada de Christian Voltz 
Contadora: Rita Sales 
Operação Técnica: Fernando Casaca 
Produção e Comunicação: Marlene Aldeia


Preços: 
Espectáculos público em geral – bilhete único com acesso aos 3 espectáculos Geral 8€ 
Descontos 6,50€ (Profissionais Espectáculo | Maiores 65 | Estudantes Teatro)

Espectáculo para público infanto-juvenil e familiar
Bilhete único por sessão 2,50€ (por pessoa – criança e ou adulto) 
Bilhete familiar 2,00€ (para famílias de 3 ou mais elementos) 

Bilhetes disponíveis: 
Bilheteira Online e locais habituais | na Bilheteira local no próprio dia 1h30 antes do inicio das sessões. 

Para mais informações: 
mostrabreve@buzico.pt ou pelo 210 994 581

20.05.15 Nucleo II do Museu da CARRIS encerrado

Na próxima 6.ª feira, dia 22 de maio, o núcleo II do Museu da CARRIS estará encerrado todo o dia por motivo de realização de evento privado.

Os clientes podem visitar o núcleo I e III, como habitualmente sofrendo os preços dos bilhetes uma redução de 50%, tendo em conta esta limitação.

18.05.15 EXPOSIÇÃO EM TRÂNSITO
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Terá lugar no próximo dia 18 de Maio (Dia Internacional dos Museus) a inauguração, na Galeria do Museu, de uma exposição da artista Teresa Esparteiro Lopes da Costa, intitulada “Em Trânsito”.
TERESA LOPES DA COSTA, nascida em Coimbra e a viver em Lisboa, tem vindo a desenvolver as suas criações cujas manchas gráficas se aproximam do expressionismo abstrato.
Acerca do seu trabalho a artista diz estar cada vez mais envolvida na produção da sua obra e vê com grande entusiasmo e responsabilidade os crescentes desafios que lhe vão sendo propostos.
Para saber mais clique aqui.

Entrada gratuita.

01.05.15 Caricatura de Francisco Valença
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Francisco Valença nasceu em Lisboa, em 1882, vindo a falecer nesta mesma cidade em 1962. Cultivador de diversos géneros de artes plásticas, como a aguarela ou pastel, foi a caricatura que o popularizou.
Dos muitos trabalhos que produziu, citamos a criação de “ex-libris” ou de figurinos para teatro, a ilustração de obras de autores de ficção e, inevitavelmente, muitas caricaturas em diversos jornais, nomeadamente “O Mundo”, o “Diário de Notícias” ou o “Sempre Fixe”, de que foi Diretor muitos anos. Situando esta caricatura na história da CARRIS, ela reporta a um tempo muito próximo da entrada ao serviço dos primeiros autocarros de dois pisos, em 1947. Quanto ao seu conteúdo, se por um lado demonstra a vontade de melhorar e inovar por parte da Empresa, por outro exemplifica, de forma ímpar, o espírito mordaz do alfacinha, aqui representado pela figura do “Zé Povinho” e bem patente na legenda que o acompanha:
Um Brinde de “Miss Trolley”
- Aqui tem seu Zé. Que diz a este luxo de autocarros com dois andares?
-  Só lhe faltam as águas furtadas….

30.04.15 131º. Aniversário do Ascensor do Lavra
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A CARRIS assinala, no dia 19 de abril, o 131º aniversário da inauguração do Ascensor do Lavra. Este ascensor estabelece ligação entre o Largo da Anunciada e a Travessa do Forno do Torel. Foi o primeiro ascensor e transporte coletivo de Lisboa e, desde a sua inauguração a 19 de abril de 1884, defrontando com êxito uma das encostas mais íngremes da cidade. Encontra-se, desde 2002, classificado como Monumento Nacional.

18.04.15 Elétrico n.º 802
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No último ano da década de trinta do século passado, a CARRIS aumentou a sua frota de serviço público com a introdução de mais cinco carros elétricos que tomaram os números de frota 801 a 805.

Embora o primeiro da série tenha sido formalmente apresentado à Comunicação Social em Fevereiro de 1939, com uma caixa de bandeira de destino diferente do modelo então em serviço, e que não prevaleceu, o número 802, posto em circulação em Novembro daquele mesmo ano, apresentava já as características que durante alguns anos foram comuns a todos os carros da série. Saltam à vista algumas dessas características, que passamos a enumerar. Desde logo o seu aspeto de grande robustez, as portas em madeira, em substituição das tradicionais cancelas extensoras, em ferro, sendo esta a primeira vez que tal solução foi utilizada, e a existência de 9 vidros em cada um dos lados do tejadilho, situação que apenas se verificou nestes carros.

Mas foi provavelmente a pintura exterior, mantendo ainda as faixas branca e amarela mas terminando “em bico” nas plataformas, que mais chamou a atenção do público, o mesmo sucedendo com a identificação da Empresa em que a pintura do seu nome, por extenso, foi substituído pela sigla CCFL.

Apresentava ainda esta série uma outra característica que não se repetiu em mais nenhuma: a existência, em cada uma das plataformas, de uma cabina fechada para o guarda-freio, em madeira, isolando-o do público. Não foi satisfatório o desempenho da caixilharia das cabinas pelo que, passado algum tempo, foram suprimidas. Com o passar dos anos outras alterações foram introduzidas, sendo as mais visíveis a instalação de uma caixa de bandeira de destino em cada topo, a supressão dos vidros no tejadilho e a adoção de uma nova pintura, tornando o amarelo a cor dominante tanto nos painéis laterais como nas plataformas.

Em 1943 a série viria a ser aumentada com mais cinco carros elétricos, numerados de 806 a 810.

31.03.15 Carro Elétrico n.º 283
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O carro elétrico nº 283, contemporâneo dos “tempos heróicos” da tração elétrica, integrava uma série numerada de 283 a 322 e entrou ao serviço em 1902. A caixa era completamente aberta e composta por um tejadilho com lanternim apoiado sobre colunas e estribos corridos a todo o seu comprimento. Interiormente possuía doze bancos de madeira, podendo transportar 48 passageiros, sentados, e mais seis, de pé, na plataforma da retaguarda. Mais do que o seu aspeto, foram, provavelmente, as suas dimensões, o que mais sensação causou entre os lisboetas: medindo 11,35 m desde logo foi apelidado, tal como todos os dessa série, de “almanjarra” e “avantesma formidável”.

Ilustrando esta afirmação, transcreva-se o que o jornal “Novidades” de 30 de Janeiro escreveu:
“Já hoje andou em serviço um dos carros grandes que a Companhia dos Tramways eléctricos ultimamente importou. É do feitio dos abertos, tendo, porém, doze bancadas transversais, e oito rodas, quatro na frente e quatro na retaguarda. É uma avantesma formidável. Se abalroar com alguma coisa, acaba-se a coisa e acaba-se o mundo. Fica tudo num figo.”

Na década de 50 do século passado todos os carros deste modelo foram sendo progressivamente abatidos ao serviço, com exceção do 283, que passou a servir como carro de instrução. Dez anos mais tarde também ele foi abatido e cedido ao parque infantil do Monsanto, onde permaneceu por largos anos até que, já nos anos oitenta, regressou à Empresa para integrar a coleção do que viria a ser o Museu das CARRIS.

28.02.15 Teodolito Elliot Bross
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O teodolito é um instrumento de precisão ótico que mede ângulos verticais e horizontais, aplicado em diversos setores como na navegação, na construção civil, na agricultura e na metrologia. A estrutura de um teodolito é feita a partir do movimento circular de dois eixos independentes, sendo um fixo e outro móvel (eixo duplo). O eixo móvel é fixado pelos parafusos de pressão. O limbo horizontal permite o travamento em qualquer posição, realizando leitura de graus, como também de minutos e segundos. Para a leitura, é necessário outras como o tripé regulável, o contrapeso, os limbos horizontais e verticais, o nónio, o nível de bolha, o filtro de luz e as lupas oculares.

Equipado com bússola e destinado à medição de ângulos horizontais e verticais em trabalhos de topografia, este Teodolito foi utilizado para a implantação das linhas de carros elétricos – 1900. 

06.02.15 EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA TRANSPORTES E LOGÍSTICA FERNAVE
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EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA TRANSPORTES E LOGÍSTICA FERNAVE 2014

Patente na: Galeria do Museu da CARRIS
Disponível de: 20 de janeiro a 6 de fevereiro
Horário de Funcionamento: 2.ª a Sábado, das 10:00 às 17:00 horas

ENTRADA GRATUITA
Mediante a apresentação de convite para a exposição, com a compra de um bilhete de entrada no Museu da CARRIS, oferecemos o segundo.

Para saber mais, clique aqui.

30.01.15 AUTOCARRO N.º 851
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Em 1986, a CARRIS, no âmbito de uma ação conjunta com o Ministério da Cultura, utilizou três dos seus autocarros de dois pisos para, através de uma pintura especialmente concebida para o efeito por artistas plásticos, levar junto do público, manifestações de caráter artístico, inserindo-as no seu quotidiano.
Eduardo Nery, que se dedicou, entre outras atividades, ao mosaico, à azulejaria ou à tapeçaria, e autor da decoração da Estação do Campo Grande do Metropolitano de Lisboa, foi um desses artistas. Concebendo um projeto em que, mercê da grande altura da viatura utilizada, foi possível representar dois autocarros de um piso, sobrepostos, sugeria um autocarro “laranja” suspenso no ar, dado o “degradé” em tons de azul aplicados na parte de baixo tender a desmaterializar o piso inferior. Para este efeito, muito contribuiu o facto de se terem repetido em cima os faróis, o para-choques e demais acessórios, que mais aumentavam a ilusão de se tratar de um autocarro autêntico na parte superior.
A passagem dos anos não poupou estes carros, entretanto abatidos ao serviço, tendo-se procedido à recuperação deste projeto com recurso ao autocarro nº 851, idêntico ao original, que podemos ver em exposição no Museu.

31.12.14 MINIATURA DE CARRO ELÉTRICO ARTICULADO
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Depois do declínio do modo elétrico verificado nos anos 60 e 70, verificou-se, no início dos anos 90, um relançamento deste meio de transporte urbano.
Assim, em 1992, a CARRIS lançou um concurso público para a aquisição de modernos carros elétricos, de grande capacidade, conforto e segurança. 
Esta miniatura foi uma das várias que serviu como elemento de estudo para o projeto dos elétricos articulados.

01.12.14 Nova coleção SPAL à venda na loja do Museu da CARRIS
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O Museu da CARRIS lançou, em dezembro, uma nova coleção de produtos SPAL da autoria de Eduardo Alarcão. Visite a nossa loja online ou o Museu da CARRIS em Santo Amaro e fique a conhecê-los!

Artista: Eduardo Alarcão
Data Nascimento: 1930-10-01 
Eduardo Alarcão nasceu em 1930 e faleceu em Fevereiro de 2003.

 Caixa com elétrico SPAL
 Chávena de café com elétrico SPAL
 Pine caixas com elétrico SPAL
 Porta lápis com elétrico SPAL

Foram 30 anos a pintar ruas, vielas, eléctricos, casas de Lisboa e não só, numa obra que se estende por mais de 500 quadros. Uma pintura muito personalizada e facilmente reconhecida que encantou todos aqueles que gostam de arte, durante os anos 80 e 90. Destacaram-se ao longo deste percurso artístico, dois períodos: o naivismo e o expressionismo gestualista. Duas fases tão distintas, como se tratasse de dois artistas igualmente diferentes. O primeiro, minucioso, colorido e substancialmente distorcido, onde Lisboa é reencontrada num fado pintado, compreende os finais dos anos 70 até aos princípios dos anos 90. 

O segundo período, abarca praticamente toda a década de 90 e os primeiros anos do novo século, até à sua morte. Recria um expressionismo livre, intenso e satírico, onde o trabalho de Artur Bual e mesmo do mestre Martins Correia, servem de referência na luta pela liberdade do traço, a qual passou a ser uma obsessão constante neste período. É nesta fase que cria obras de rara beleza, algumas delas com dimensões bastante generosas.

As "Marchas de Lisboa" de 1981, será porventura o ícon do primeiro período, que muitos se recordarão certamente. Contudo, do período Gestualista, as obras "Dali", "Lapão" e "As Meninas a Aprenderem", marcaram profundamente a obra deste artista.

O Quadro "As Meninas a Aprenderem", datado do ano 2000, é uma peça que nunca foi mostrada ao público em qualquer exposição e por isso, poucos foram aqueles que tiveram a ocasião de a observar. Quadro de dimensões bastante generosas e com um cromatismo muito forte, onde o azul o encarnado e o verde sobressaem naturalmente, dão corpo ao movimento sequencial que apresenta. 

No ano 2004, a UNICRE, para relembrar o 1º ano do falecimento de Eduardo Alarcão, apresentou uma edição serigrafica de 50 unidades, assinadas e autenticadas. 

Este quadro é pois uma peça invulgar não só no conjunto da obra do autor como também no panorama das artes portuguesas.

30.11.14 RAQUETES DE MOVIMENTO
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Já poucos se lembrarão, certamente, para que serviriam estes objetos, na CARRIS, mas estas raquetesde coordenação de movimento de carros elétricos em artérias de via única, foram durante largos anos.
Antes da introdução dos semáforos luminosos, eram utilizadas em várias carreiras de elétricos, nomeadamente na carismática carreira 28, em locais onde só existe uma via e a circulação dos carros é feita alternadamente, como acontece, por exemplo, na Rua das Escolas Gerais.

17.11.14 Inauguração da 1.ª linha de "Americanos"
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Em 17 de Novembro de 1873 é inaugurada a primeira linha de “Americanos”. 

O troço então aberto ao público estendia-se entre a Estação da Linha Férrea do Norte e Leste (Stª. Apolónia) e o extremo Oeste do Aterro da Boa Vista (Santos).

15.11.14 Museu da CARRIS apoia realização de magusto
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Promovido pelo Village Underground Lisboa em parceria com a Jameson

Dia 15 de novembro (sábado) venha almoçar ou lanchar à Cafetaria Village, entre 13:00 às 17:00 horas. 
Vai haver oferta de castanhas assadas na hora, um bar com cocktails especiais para adultos e menus especiais para as crianças.
Aproveite esta data para visitar o Museu da CARRIS, sendo que neste dia, na compra de um bilhete o Museu da CARRIS oferece o segundo.
Veja o filme "Lisboa quem és tu" que tem sessão agendada para as 15:00 horas e termine o dia a fazer as suas compras de Natal na loja do Museu.

31.10.14 CHAVE DE AGULHAS
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A chave de agulhas é uma peça de ferro em forma de abre-latas ou bengala, destinada a mudar as agulhas, que são as peças móveis dos carris destinadas a fazer o elétrico mudar de via.
Esta chave de agulhas, em forma de bengala, distingue-se das demais pois foi mandada cromar, no início do Século XX, pelo seu utilizador, o Agulheiro Augusto, funcionário na Estação do Arco do Cego, conhecido pelos seus colegas pela alcunha de “Kaiser”, muito provavelmente pelo seu porte e postura.

26.10.14 Mercadito da Carlota regressa ao Museu da CARRIS
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A 7.ª edição do Mercadito da Carlota realiza-se no próximo dia 26 de Outubro (domingo), no Museu da CARRIS, em Lisboa e visa reunir num único dia e espaço uma seleção das melhores marcas nacionais de moda infantil, mostrando as novas coleções outono-inverno 2014/2015, para além de marcas de moda e acessórios para mães, à imagem do que é apresentado no Blog da Carlota, criado pela blogger Fernanda Velez.

O Mercadito da Carlota é um programa para toda a família, com animação, entretenimento e atividades para todos. Irá ainda decorrer um casting para a capa da revista Bebé d’hoje e decorre pela segunda vez no Museu da CARRIS, um espaço cultural que reúne todas as condições e infraestruturas adequadas a este tipo de eventos.
Neste dia poderá ainda assistir à exibição non-stop do filme “Lisboa, Quem és tu”, cujo bilhete pode ser adquirido na Loja do Museu, que, neste dia, também se encontrará em funcionamento e onde poderão ser efetuadas as primeiras compras de objetos alusivos à história dos transportes em Lisboa para oferta no natal.  Podem, ainda, neste dia, visitar a cafetaria do Village Underground, projeto co-working que integra o percurso habitual do museu da CARRIS e participar na realização de iniciativas gastronómicas, nomeadamente a confeção de uma paella ao vivo na esplanada.

Mercadito da Carlota
Horário: das 10:00 às 19:00 horas 
Local: Museu da CARRIS

Filme “Lisboa quem és tu”
1ª Exibição às 10h e última às 18h.
Bilhetes: Adulto – 5€
Criança (até aos 12 anos) e sénior (a partir dos 65 anos) – 2,5€

02.10.14 Exposição Sem Formato
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EXPOSIÇÃO SEM FORMATO

Patente na: Galeria do Museu da CARRIS
Disponível de: 
2 a 30 de outubro | Prova I
13 de novembro a 14 de dezembro | Prova II
Horário de Funcionamento: 2ª a Sábado, das 10:00 às 17:00 horas

ENTRADA GRATUITA

18.09.14 Exposição sobre carris
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EXPOSIÇÃO SOBRE CARRIS
Uma parceria entre o Museu da CARRIS e o Museu Nacional Ferroviário

Patente na Antiga Carpintaria do Museu da CARRIS
Entre 18 de setembro e 19 de dezembro de 2014

Saber mais aqui.

17.09.14 Museu da CARRIS adere ao projeto LisbonMuse
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O Museu da CARRIS foi escolhido como um dos espaços culturais/artísticos que serão divulgados no projeto LisbonMuse
A iniciativa integra a divulgação da cidade de Lisboa sob uma esfera mítica, tendo como base nove musas da mitologia grega e seus atributos (como a música, a dança, a comédia, a astronomia, a poesia, entre outros). associadas a nove espaços da nossa cidade.
A musa representante do Museu da CARRIS é a Ana Rita Clara, que representa a musa melpómene.
Mais novidades brevemente.

01.09.14 QUADRO COM COLEÇÃO DE BILHETES COM NUMERAÇÃO EM CAPICÚA
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Fundada em finais do terceiro quartel de século XIX, a CARRIS tem vindo ao longo dos seus mais de cem anos a emitir bilhetes de transporte que têm feito a delícia dos colecionadores.
E foi graças a eles,  principalmente aos colecionadores de capicuas, que chegaram até hoje a maior parte dos bilhetes que conhecemos.
Este conjunto de bilhetes, feita pelo colecionador Horácio José da Cruz, é composto por 999 bilhetes da CARRIS, com numeração em capicua, disposto ordenadamente do número 00100 até ao 99999.

31.08.14 113.º Aniversário da Inauguração do elétrico de Lisboa
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CARRIS ASSINALA 113º. ANIVERSÁRIO DA INAUGURAÇÃO DO ELÉTRICO DE LISBOA| 31 de agosto de 2014

A CARRIS, operadora dos transportes públicos de superfície na cidade de Lisboa, comemora, no dia 31 de agosto, o 113.º aniversário do serviço de tração elétrica. Com efeito, foi nesse dia do ano de 1901 que os lisboetas, pela primeira vez, puderam utilizar aquele novo e revolucionário tipo de transporte.

Fundada em 1872, a CARRIS, logo no ano seguinte, inaugurou o serviço público com veículos de tração animal deslocando-se sobre carris, os “americanos”.

Em 1900 tiveram início os trabalhos necessários de implantação do sistema elétrico, os quais incluíram o relançamento da via, a instalação da rede aérea e até a construção de uma fábrica termoelétrica capaz de fornecer toda a energia elétrica necessária ao normal funcionamento do sistema.

A primeira linha de elétricos começou assim a funcionar no dia 31 de Agosto de 1901 entre o Cais do Sodré e Ribamar. Conforme um órgão da Comunicação Social da época relatava:

“A inauguração da tracção eléctrica satisfez completamente o público que em grande número concorreu a presenciar o importante melhoramento: elegância luxuosa dos carros, a comodidade que oferecem aos passageiros e a rapidez da marcha (...). Os carros são abertos, amplos, onde os passageiros, ainda mesmo nutridos, se podem acomodar à vontade. As carreiras começaram às 4 horas e 40 minutos, hora a que saiu o primeiro carro da estação de Santo Amaro.”

Dezasseis carros abertos, cómodos, rápidos e arejados (no dizer dos periódicos da época) iam oferecer à população da capital um grande melhoramento nas deslocações.

Os anos que se seguiram ficaram assinalados pela total eletrificação da rede então existente, pelo aparecimento de novas carreiras e pelo crescimento da frota com carros inicialmente adquiridos nos Estados Unidos e, a partir de 1924, construídos nas oficinas da Empresa.
A rapidez do elétrico fez reduzir distâncias e contribuiu para a urbanização dos chamados bairros rurais. Assim, à custa do elétrico, nasceram os grandes bairros do Lumiar, Benfica, Carnide e Areeiro.

Há mais de cem anos que os elétricos dão cor a Lisboa, a campainha e o chiar dão-lhe o som. Atravessam a cidade, na geografia e na história e cresceram com ela. 

O aumento populacional, as cada vez mais difíceis condições de circulação na cidade, o aparecimento dos autocarros e do Metropolitano de Lisboa, conduziram a alterações que qualquer interessado no universo dos transportes poderá acompanhar no Museu da CARRIS.

Assim, para assinalar os 113 anos do elétrico em Lisboa e proporcionar a todos uma viagem pela história da empresa e do transporte público na cidade, entre os dias 1 e 5 de setembro, será disponibilizada nas páginas de facebook da CARRIS e do Museu da CARRIS uma imagem alusiva ao aniversário. A quem apresentar essa imagem na bilheteira do Museu da CARRIS, na compra de dois bilhetes será oferecida a segunda entrada no Museu. E ao 1.º visitante de cada dia será oferecida uma miniatura de elétrico!

30.08.14 2.ª Maratona Fotográfica CARRIS.METRO
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Conheça os vencedores desta iniciativa que viu o seu desfecho no passado dia 30 de julho, com a entrega de prémios aos vencedores.

Aproveite para conhecer alguns dos trabalhos entregues e premiados na Galeria do Museu da CARRIS até ao fim do mês de agosto.

01.08.14 BANCO DE CARRO AMERICANO
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Existem na CARRIS alguns objetos raros que tendem a passar despercebidos, pese embora o interesse que têm para a história da Empresa, devendo-se esta situação, decerto, às diferentes utilizações que a passagem dos anos lhes atribuiu.

Integra-se neste grupo um banco em madeira que durante décadas serviu na sala de espera do Serviço de Saúde da Estação de Santo Amaro e que foi possível identificar como peça pertencente a carros de tração animal (carros americanos).

Com 85 centímetros de altura e um comprimento de 2,30 metros, alia a robustez e a leveza obrigatória dos materiais utilizados em carros acionados por tração animal, à preocupação estética, traduzida numa decoração baseada em estrelas de cinco pontas, abertas nas tábuas moldadas que lhe servem de encosto.